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		<title>O Brasil está criando sua própria Crise!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 03:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra Frente Brasil &#160; Copa de 1970 &#8211; Noventa milhões em ação! Pra frente Brasil, salve a seleção! Apenas quarenta anos após somos cento e noventa milhões. Nos próximos quarenta anos deveremos incorporar mais trinta milhões de almas. Além do consumo os atuais e estes novos moradores, precisam de educação, segurança, transporte, saúde e também precisam estar inseridos no mercado de trabalho. Enfim muito do que ainda não dispomos atualmente &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra Frente Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Copa de 1970 &#8211; Noventa milhões em ação! Pra frente Brasil, salve a seleção! Apenas quarenta anos após somos cento e noventa milhões. Nos próximos quarenta anos deveremos incorporar mais trinta milhões de almas.</p>
<p>Além do consumo os atuais e estes novos moradores, precisam de educação, segurança, transporte, saúde e também precisam estar inseridos no mercado de trabalho. Enfim muito do que ainda não dispomos atualmente para os cento noventa e milhões. Continuamos atrasados para os atuais e não estamos fazendo muito para nos preparar para chegada dos futuros Brasileiros.</p>
<p>Os Governos Federal, Estadual e Municipal pouco estão fazendo para se adequar as demandas atuais e futuras. Estamos na contra mão da história, muito parecido com o modelo social agonizante de grande parte da Europa.</p>
<p>Por aqui tem setores pensando em reduzir a jornada de trabalho, aviso prévio de 90 dias, aumentar a licença maternidade, tudo isto me parece socialmente interessante, mas alguém tem que pagar estes benefícios. Esta semana o Governo Federal anunciou que vai guardar ridículos R$ 10 bilhões, enquanto que só de juros mensais pagamos R$ 14 bilhões de uma dívida interna avaliada em R$ 1 trilhão e 800 bilhões de reais. Vez por outro ainda se ouve congressistas argumentando a necessidade de aumentar impostos.</p>
<p>No Brasil os custos de empregar são elevados, a carga tributária elevada, falta de infra-estrutura para produzir, alie-se a isto tudo o elevado custo da máquina pública e o baixo nível de investimento produtivo, o alto endividamento dos governos e o crescente nível de endividamento dos brasileiros, a evasão de empregos causados pelo outsourcing (importações brasileiras), são todos ingredientes de uma receita muito cara cuja conta virá para todos os brasileiros no futuro.</p>
<p>O que a iniciativa privada pode fazer?</p>
<p>Investir em eficiência: processos, redução de custos, eliminação de não conformidades, aumento da produtividade, redução de desperdício, logística, capacitação da mão de obra que põe a mão na massa. Investir também em eficácia: Identificar e despertar necessidades nos consumidores e tecnologia que agregue valor aos produtos e serviços fazendo disto um diferencial no mercado.</p>
<p>Fazendo tudo isto muitos produtos brasileiros ainda assim, não são competitivos com os importados, principalmente chineses. Nem um investidor “rasga dinheiro” e o previsível acontece, a substituição da produção local pelos importados. Outro dia falava com empresário um do setor têxtil, de uma empresa brasileira com mais de 50 anos, que me confessava preocupado pelo fato dos importados já estarem representando sessenta por cento do seu faturamento anual.</p>
<p>A competitividade é salutar para o mercado consumidor, mas quando as regras do jogo são iguais. Neste caso começa o campeonato de futebol e bem na hora de entrar em campo damos havaianas para o nosso time.</p>
<p>Estamos exportando produtos primários. Em 2010 nossa exportação concentrou-se 95% nas grandes empresas e mais de 60% de produtos primários, por outro lado estamos importando de forma crescente manufaturados de valor agregado, que compete diretamente com a média, pequena e micro empresa. Estamos produzindo fora porque é semelhante e mais econômico, estamos exportando oportunidades e empregos. Tudo por conta da nossa falta de competitividade. Não existe jantar de graça alguém sempre paga a conta, neste jantar quem vai pagar a conta não está sentando-se à mesa.</p>
<p>.</p>
<p>César Zabot</p>
<p>Consultor</p>
<p>Zabot.Cesar@d3c.com.br</p>
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		<title>Good Boy Standard &amp; Poors, Good Boy!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 02:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pior cego é que não quer ver&#8230;. A indiferença é dos piores comportamentos em relação a uma pessoa ou a uma coletividade. As autoridades Americanas externavam este comportamento desde o século passado em relação ao restante dos mortais do nosso planeta terra. Por outro lado estava ou era muito confortável saber que o navio da economia mundial estava ancorado na solidez do modelo Americano. A S&#38;P fez sim um favor &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pior cego é que não quer ver&#8230;.</p>
<p>A indiferença é dos piores comportamentos em relação a uma pessoa ou a uma coletividade. As autoridades Americanas externavam este comportamento desde o século passado em relação ao restante dos mortais do nosso planeta terra. Por outro lado estava ou era muito confortável saber que o navio da economia mundial estava ancorado na solidez do modelo Americano. A S&amp;P fez sim um favor aos Estados Unidos ao rebaixar sua nota e também a todos os outros países. A S&amp;P não foi indiferente. O que eu espero é que toda a comunidade internacional, principalmente aqueles que tem o poder de mudar os destinos não fique indiferente a evidência dos fatos. Quando o casco do navio é furado o risco de afundar está para todos, independente da posição em que se esteja no navio &#8211; É só lembrar do Titanic &#8220;concebido para ser inafundável&#8221;</p>
<p>César Zabot</p>
<p>Consultor Empresarial</p>
<p>zabot.cesar@d3c.com.br</p>
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		<title>A Nova Crise Não é Nova.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 15:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Império Romano teve seu auge por uma série de razões, mas também pelo seu sistema econômico que era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a revolução industrial no século dezenove. Foi à massiva inflação promovida pelos governantes (imperadores) durante o século III que destruiu a moeda corrente, anulando a prática do cálculo econômico em longo prazo e as conseqüências: A história registrou &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Império Romano teve seu auge por uma série de razões, mas também pelo seu sistema econômico que era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a revolução industrial no século dezenove. Foi à massiva inflação promovida pelos governantes (imperadores) durante o século III que destruiu a moeda corrente, anulando a prática do cálculo econômico em longo prazo e as conseqüências: A história registrou o colapso completo da produção e do comércio. Faltou determinação para mudar e exercitar a palavra mágica <strong>trabalho</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A China, uma superpotência em ascensão, esconde um passado muito distante desta suposta maravilha que nos é mostrado. Na realidade durante milhares de anos, a história chinesa foi uma sucessão de lutas ferozes e sangrentas entre muitas províncias, dinastias, reinos e condados. Estes grandes períodos de lutas culminaram na unificação da China. Sem entrar no mérito, tudo aconteceu e vem acontecendo basicamente por muita determinação e muito <strong>trabalho</strong>. Hoje em dia “um negócio da China” está para a China mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Só para citar estes dois momentos da história da humanidade em tempos e regiões distintas. Poderíamos também analisar a expansão Européia e os descobrimentos. Mas vamos dar uma olhadela na situação crise mundial. Lembro quando criança minha avo Ana, analfabeta, uns dez anos após a segunda guerra mundial dizer para meu avo quando ele voltava do Mercado Público, “só conseguistes comprar isto com dinheiro que levastes? ta tudo uma carestia, temos que arranjar mais <strong>trabalho</strong>”. Viviam basicamente de trabalhos autônomos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando ouvimos falar da crise mundial nós nos concentramos muito nos aspectos financeiro e seus reflexos na economia, no valor relativo das moedas especialmente o dólar em relação a uma cesta de moedas, no sobe e desce das bolsas pelo mundo afora e nas taxas de juros. Os órgãos de imprensa mais formais com seus especialistas de plantão na maioria das vezes analisando o passado com pouco conteúdo e quase nada de previsões consistentes. Mas será que especialistas famosos das grandes redes não têm conhecimento? Eles têm sim, mas eles precisam de audiência de notoriedade e de patrocínio para garantir o pão nosso de cada dia, então falar da crise dá audiência. Mas em termos práticos para nós cidadãos comuns não têm quase nenhum valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pensar que os Estados Unidos é um império isolado do mundo é uma leviandade. A economia americana foi construída internamente pela determinação e <strong>trabalho</strong> dos imigrantes. Eles continuam com determinação e tem a capacidade de se reinventar através do <strong>trabalho</strong>. Por vezes ouço comentários de pessoas menos avisadas que desejam a queda do poderio e da economia americana, mas se esquecem que hoje as fronteiras físicas são apenas uma linha tracejada no mapa da terra. Podemos não gostar, mas a realidade é que somos globalizados e interdependentes, não somos imunes a situação econômica de outros países ou blocos. Também somos um país de imigrantes, que tal desligar-se um pouco da boataria da crise e com determinação arregaçar as mangas e fazer a nossa parte com muita determinação e <strong>trabalho</strong>, que é a única forma sustentável de gerar riqueza. Seguir o conselho da minha Avó analfabeta “arranjar mais trabalho”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>César Zabot</p>
<p>Consultor – zabot.cesar@d3c.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FUSÃO Empresarial, 2 + 2 não são 4!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 15:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fusão significa a união de dois corpos. Porque as empresas se fundem? Elas têm em mente que ao se juntarem estarão somando os esforços para multiplicar resultados, mas acontece que na matemática das fusões dois mais dois não são quatro. &#160; Nessa situação todos os envolvidos sairão perdendo. O mercado distribuidor não gosta de negociar com mega empresas pelo poder de negociação que elas passam a ter. Antes da fusão &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fusão significa a união de dois corpos. Porque as empresas se fundem? Elas têm em mente que ao se juntarem estarão somando os esforços para multiplicar resultados, mas acontece que na matemática das fusões dois mais dois não são quatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa situação todos os envolvidos sairão perdendo. O mercado distribuidor não gosta de negociar com mega empresas pelo poder de negociação que elas passam a ter. Antes da fusão o mercado interno se abastecia, entre outros, dos dois fornecedores distintos e concorrentes que estavam sempre oferecendo oportunidades de negócio, variedade de produtos, prazo de entrega, condições de pagamento, sistema de bonificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ponto de venda os consumidores tinham da mesma forma, alternativa de escolha de produtos concorrentes o que é extremamente salutar para o consumidor e para o fortalecimento do livre mercado. Os importadores tendem a redistribuir o volume de compra evitando com isto a concentração das compras. Se por hipótese um importador distribuía seus volumes de importação basicamente entre os dois fornecedores tenderá a redistribuir seus volumes para outros atores do mercado. O rol de fornecedores será revisado, otimizado, cortado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por todas estas razões a participação de mercado somada no momento da fusão das duas empresas será menor. Então, ativos hoje produtivos passarão a ser improdutivos, operações serão racionalizadas, as estruturas serão reduzidas, área administrativa, vendas, pesquisa e desenvolvimento de produto, marketing, entre tantas. Os conflitos de cultura, disputa de poder serão interminável, até que uma nova cultura dominante prevaleça por adesão ou por exclusão. No tempo a tendência é que a nova empresa seja em tamanho muito próximo do que a maior das duas empresas no momento da fusão, o mercado vai forçar a esta tendência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como o valor de mercado das duas empresas juntas será menor que o valor de cada uma delas individualmente, o acionista comum também perderá, mas tem um grupo que estará ganhando com a oportunidade, são aqueles que tinham e tem informações privilegiadas e souberam investir no momento adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portanto é falso imaginar que nada vai mudar, tudo vai mudar caso contrário não haveria razão para a fusão. Pensando melhor uma maioria expressiva dos envolvidos com a fusão sairá perdendo, uns poucos privilegiados naturalmente sairão ganhando. Aqueles não diretamente envolvidos, os concorrentes, aproveitem a oportunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cesar Zabot</p>
<p>Consultor de Empresas</p>
<p>zabot.cesar@d3c.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisa: 53% das empresas brasileiras não têm gerenciamento de risco</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 13:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Karla Santana Mamona Fonte: Infomoney &#160; Apesar do gerenciamento de risco ser considerado peça fundamental para o crescimento da empresa, uma pesquisa  realizada pela KPMG revela que 53% das empresas brasileiras não têm um programa de gerenciamento de risco. &#160; Entre as empresas que implantaram o programa, 47% acreditam que ainda é possível fazer melhorias, quando questionadas sobre a eficácia dos controles internos. &#160; De acordo com o gerente de Risk &#38; Compliance da KPMG no Brasil, Guilherme &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Karla Santana Mamona</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/2132643-pesquisa+revela+que+das+empresas+brasileiras+nao+tem+gerenciamento+risco">Infomoney</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do gerenciamento de risco ser considerado peça fundamental para o crescimento da empresa, uma pesquisa  realizada pela KPMG revela que 53% das empresas brasileiras não têm um programa de gerenciamento de risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as empresas que implantaram o programa, 47% acreditam que ainda é possível fazer melhorias, quando questionadas sobre a eficácia dos controles internos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o gerente de Risk &amp; Compliance da KPMG no Brasil, Guilherme Dultra, a crise econômica financeira trouxe à tona uma maior necessidade das empresas gerenciarem de forma eficaz seus riscos, com o objetivo de diminuir as perdas e tornarem- se menos vulneráveis, entretanto, ainda há um número considerável de empresas que não têm um programa de gerenciamento de crise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Já em outros casos, há organizações que implementaram a gestão de risco, mas de forma estruturada. Um problema comum nesta situação é que questões básicas como definir internamente os papeis desta gestão não são bem definidos nas empresas”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sucesso do gerenciamento</strong><br />
O levantamento questionou também quais são os fatores considerados importantes para o sucesso do gerenciamento de crise. Mais de 20% dos executivos entrevistados disseram que era “a cultura forte e sensibilização de riscos em toda a organização”. Em seguida, com 17%, aparece o “apoio da alta administração”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Ter o patrocínio da diretoria e da presidência para projetos voltados à gestão de riscos é fundamental para o sucesso da atividade. Sem esse apoio, muitos desses programas acabam perdendo a efetividade ou simplesmente nem saem do papel”, declara o sócio de Risk &amp; Compliance da KPMG no Brasil, André Coutinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro ponto indicado pelos dados, é que as empresas respondentes ainda demonstram uma forte carência por instrumentos de mensuração desses riscos. Neste aspecto é possível observar tendo em vista que 34% dos executivos afirmaram que seus indicadores são pouco efetivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É muito importante as empresas darem atenção nesse caso, pois indicadores eficazes podem proporcionar informações relevantes para a tomada de decisão dessa organizações”, finaliza Dultra.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grandes empresas e setor público são mercados promissores para as MPEs</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 04:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um levantamento realizado pelo Sebrae revelou que as médias e grandes empresas e o setor público são mercados promissores para as MPEs (micro e pequenas empresas). De acordo com os dados, somente 37% das 4,2 mil empresas entrevistadas vendem para grandes organizações, fatia que gera 16% do faturamento total dessas MPEs. No entanto, 75% dos respondentes compram produtos e serviços das grandes, totalizando 50% das suas compras, principalmente no atacado, responsável por &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pelo Sebrae revelou que as médias e grandes empresas e o setor público são mercados promissores para as MPEs (micro e pequenas empresas). De acordo com os dados, somente 37% das 4,2 mil empresas entrevistadas vendem para grandes organizações, fatia que gera 16% do faturamento total dessas MPEs. No entanto, 75% dos respondentes compram produtos e serviços das grandes, totalizando 50% das suas compras, principalmente no atacado, responsável por 47% do total comprado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação às vendas ao setor público, o indicador é menor ainda, já que apenas 20% das pequenas empresas vendem para as esferas federal, estadual ou municipal, o que equivale a 4% do seu faturamento. “Os números mostram que há um grande espaço a ser conquistado pelas micro e pequenas empresas nesses mercados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Sebrae vem trabalhando nesse encadeamento produtivo e vai reforçar as estratégias neste sentido”, disse o presidente da entidade, Luiz Barretto, segundo a Agência Sebrae. Entre as estratégias com este objetivo, Barretto cita o programa Sebrae 2014, que foca a qualificação das empresas nas 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estratégia diferenciada</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><br />
</strong>Das empresas que vendem para as grandes empresas, 65% não têm estratégia diferenciada para isso. Apenas 9% delas fazem parceria com este objetivo e 6% usam estratégia de compras conjuntas, visando melhores condições de negociação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para 78% dos empresários, a principal dificuldade apontada no fornecimento para as maiores empresas é fixar preço de venda lucrativo. Das que não vendem para as grandes empresas, a maior dificuldade para acessar esse mercado, apontada por 45% delas, é o fato de venderem em pequenas quantidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os dados revelam ainda que 64% dos entrevistados concorrem com as grandes em seus mercados. Destas, 34% se consideram prejudicadas com essa concorrência e, desse percentual, 53% citam como principal motivo o fato de as maiores oferecem preços menores, já que têm poder de compra e conseguem preços mais atrativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as que compram das grandes, as maiores dificuldades são a obtenção de preço de compra que possam pagar e melhores condições de pagamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a pesquisa</strong><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo foi realizado pelo Sebrae em São Paulo. Os dados foram fechados no final de 2010 e estão sendo usados em 2011 como subsídios para preparar os pequenos negócios para aproveitar as oportunidades do mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São Paulo é o estado onde as pequenas empresas mais vendem para as grandes corporações, juntamente com Mato Grosso. Nesses dois locais, o índice de venda é de 43%, sendo que em São Paulo isso representa 21% do faturamento das empresas, e no Mato Grosso, 13%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Infomoney, Karla Santana Mamona</p>
<p><a href="http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/2129164-grandes+empresas+setor+publico+sao+mercados+promissores+para+mpes">http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/2129164-grandes+empresas+setor+publico+sao+mercados+promissores+para+mpes</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Em abril, micro e pequenas empresas geraram 67% dos postos de trabalho</title>
		<link>http://www.d3c.com.br/ideias/em-abril-micro-e-pequenas-empresas-geraram-67-dos-postos-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 14:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As MPEs (micro e pequenas empresas) foram responsáveis por 67% dos 272.225 empregos criados no mês de abril, o que responde por 182.390 postos de trabalho. É o que revela levantamento divulgado pelo Sebrae nesta sexta-feira (20), com base em dados do Caged (Cadastro de Empregados e Desempregados). &#160; Na avaliação do Sebrae, os números apontam uma recuperação do ritmo observado em março, quando os pequenos negócios corresponderam a 41,4% dos empregos com a carteira &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As MPEs (micro e pequenas empresas) foram responsáveis por 67% dos 272.225 empregos criados no mês de abril, o que responde por 182.390 postos de trabalho. É o que revela levantamento divulgado pelo Sebrae nesta sexta-feira (20), com base em dados do Caged (Cadastro de Empregados e Desempregados).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na avaliação do Sebrae, os números apontam uma recuperação do ritmo observado em março, quando os pequenos negócios corresponderam a 41,4% dos empregos com a carteira assinada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Considerando os últimos 12 meses, as micro e pequenas empresas geram quase 80% dos empregos formais no País. Portanto, não há como falar em desenvolvimento do Brasil sem envolver esse segmento”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Análise por tamanho</strong><br />
Na análise por tamanho, as microempresas que empregam até quatro pessoas contribuíram significativamente para o resultado geral, com 46,2% das vagas. Já as que possuem de 20 a 99 funcionários responderam por 13,7% das contratações, enquanto as que empregam entre cinco e 19 profissionais responderam por 7,1% do total dos empregos do mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os setores, serviços foi o que mais se destacou, representando 28,7% do total de empregos gerados pelas micro e pequenas empresas. O comércio também teve destaque na criação de postos de trabalho, representando 13,5%, seguido pela indústria de transformação, com 10,7%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/2116597-abril+micro+pequenas+empresas+geraram+dos+postos+trabalho">Infomoney</a></p>
<p>Por: Karla Santana Mamona</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guerra fiscal é burrice, afirma Gustavo Loyola, ex-BC</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 23:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A guerra fiscal é uma das maiores burrices do Brasil. É um tiro no próprio pé do país.&#8221; &#160; A afirmação foi feita pelo economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco do Central, durante o seminário &#8220;Reforma Tributária &#8211; Em Busca de um Brasil Melhor e Mais Justo&#8221;, organizado pelo Sinafresp (Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas de São Paulo) nesta quinta-feira na capital paulista. &#160; O seminário foi idealizado para &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A guerra fiscal é uma das maiores burrices do Brasil. É um tiro no próprio pé do país.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A afirmação foi feita pelo economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco do Central, durante o seminário &#8220;Reforma Tributária &#8211; Em Busca de um Brasil Melhor e Mais Justo&#8221;, organizado pelo Sinafresp (Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas de São Paulo) nesta quinta-feira na capital paulista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seminário foi idealizado para discutir aspectos da proposta de reforma tributária que o governo federal pretende enviar ao Congresso Nacional para discussão no segundo semestre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos aspectos da reforma abrange o ICMS, o principal imposto no país, que tem gerado vários conflitos entre os Estados. Uma das propostas é a cobrança do ICMS apenas no Estado de destino da mercadoria, mantendo a incidência de 3% a 4% nas operações interestaduais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Loyola, em vez da guerra fiscal, deveria haver uma competição saudável entre os Estados, com situações favoráveis aos empreendimentos, como segurança, transporte, educação etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A guerra fiscal pode ser definida como a disputa, entre cidades e Estados, visando oferecer mais incentivos para que as empresas se instalem em seus territórios. Para atrair investimentos e obter mais riqueza e mais renda para suas regiões, vários governos concedem incentivos para as empresas. Esses incentivos podem ser dados sob a forma de isenção de tributos, ampliação do prazo de pagamento de tributos, melhorias na infraestrutura e até a construção de instalações da empresa com o uso de dinheiro público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o ex-presidente do BC, a reforma tributária proposta pelo governo pode, ao contrário do que se pretende, acabar levando ao aumento da carga tributária. Se a intenção do governo é reduzir a carga fiscal que pesa no bolso dos contribuintes, a proposta de reforma tributária deveria incluir metas de redução de gastos públicos em relação ao PIB, disse Loyola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano passado, a carga tributária brasileira foi de 34,5% do PIB, segundo cálculos do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Entre os países que têm carga maior do que a brasileira estão Dinamarca (48,2%) Suécia (46,4%), Itália (43,5%), Bélgica (43,2%) e França (43,1%). A média da OCDE é de 35,1%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi, também teme que a proposta do governo acabe por elevar ainda mais a já alta carga tributária brasileira. &#8220;Sem um ordenamento nacional, corremos o risco de um carga tributária ainda maior e mais mal distribuída.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONTRAMÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa má distribuição da carga faz com que o Brasil ande na contramão de outros países, ou seja, os bens e serviços são muitos tributados, enquanto a renda é menos taxada. Segundo dados da Receita Federal, em 2009 os bens e serviços foram taxados em 48,7%, a renda, em 20,5% e a folha salarial, em 24,1%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como comparativo, a média nos países da OCDE em 2008 foi de 31,5%, 37% e 25,3%, respectivamente. Essa forma de tributação faz com que, proporcionalmente, os mais pobres paguem mais do que os ricos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente do Sinafresp, Ivan Netto Moreno, outro aspecto danoso da guerra fiscal está na atração de investimentos via isenção tributária para produtos importados. Os Estados produtores e industrializados são os que mais perdem com isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como exemplo, Netto Moreno diz que, nos últimos anos, São Paulo caiu no ranking nacional de investimentos, na participação do PIB e em número de criação de empresas. Mas o próprio país como um todo sai prejudicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) revelam que, de 2001 a 2010, o país perdeu R$ 55 bilhões em arrecadação e 770 mil empregos com a isenção de tributos na importação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/918125-guerra-fiscal-e-burrice-afirma-gustavo-loyola-ex-bc.shtml">Fonte Folha </a></p>
<p>MARCOS CÉZARI<br />
SÃO PAULO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Menos de 5% das empresas optantes pelo Simples em São Paulo emitem NF-e</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 04:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um levantamento realizado pela Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) revela que, das 143.867 empresas paulistas  optantes pelo Simples Nacional credenciadas para a emissão da NF-e (nota fiscal eletrônica), apenas 4,2% emitem nota. &#160; De acordo com os dados, as pequenas e médias empresas representam mais da metade (52,9%) dos estabelecimentos credenciados para a emissão do documento eletrônico. &#160; Vale lembrar que a obrigatoriedade de emissão está relacionada com o CNAE &#8230; ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pela Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) revela que, das 143.867 empresas paulistas  optantes pelo Simples Nacional credenciadas para a emissão da NF-e (nota fiscal eletrônica), apenas 4,2% emitem nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com os dados, as pequenas e médias empresas representam mais da metade (52,9%) dos estabelecimentos credenciados para a emissão do documento eletrônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale lembrar que a obrigatoriedade de emissão está relacionada com o CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) da empresa. Os empresários que ainda tiverem dúvidas sobre o assunto podem acessar o site da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br.nfe).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No estado paulista, o credenciamento para emissão da NF-e é automático, a partir dos dados das empresas no Cadastro de Contribuintes de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a NF-e</strong><br />
A Secretaria da Fazenda afirma que a NF-e, além de reduzir os custos com a aquisição de papel, estoque, armazenagem e planejamento de logística para o recebimento das mercadorias e diminuir erros com redigitação, moderniza a fiscalização sobre os estabelecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sistema permite ao Fisco um controle eletrônico e em tempo real, dificulta a sonegação, além de contribuir para o incremento da arrecadação do ICMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O procedimento para emissão da NF-e exige dos estabelecimentos acesso à internet, certificação digital (assinatura digital que pode ser adquirida nas autoridades certificadoras credenciadas no ITI &#8211; Instituto de Tecnologia da Informação) e um sistema de gerenciamento de emissão de documento fiscal em formato eletrônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/empreendedor/noticia/2111624-menos+das+empresas+optantes+pelo+simples+sao+paulo+emitem">Infomoney</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Qual o Momento Certo de pedir um aumento de Salário</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 03:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dzabot</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual o Momento Certo de pedir um aumento de Salário: Salário é uma conquista. Quando iniciamos um trabalho como empregado temos um salário, este é normalmente baseado no mercado. O Empregado para  ter um aumento deve conquistar este novo salário&#8230; Veja mais na entrevista Entrevista &#8211; César Zabot no Jornal do Almoço &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual o Momento Certo de pedir um aumento de Salário: Salário é uma conquista. Quando iniciamos um trabalho como empregado temos um salário, este é normalmente baseado no mercado. O Empregado para  ter um aumento deve conquistar este novo salário&#8230;</p>
<p>Veja mais na entrevista</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=coI2ZLPPMCg">Entrevista &#8211; César Zabot no Jornal do Almoço</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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